domingo, 5 de junho de 2016

Pink Floyd 2016 Remasters Reedições em Vinil 180 Gramas




Pink Floyd Remasters 2016, Volume 1 baseado nos albums dos anos 60, os seus primeiros 4 albums em 5LP Vinil 180 gramas, remasterizados por James Guthrie, Joel Plante e Bernie Grundman. Inclui Piper At The Gates Of Dawn, A Saucerful Of Secrets, Ummagumma 2LP e Soundtrack From The Film More.

As expectativas sobre a qualidade de som destas reedições são excelentes, com o "mestre" Bernie Grundman responsável pelo corte do vinil, e com as fontes obtidas a partir das Master Tapes Analógicas Originais, o som destas reedições estará ao nível ou mesmo superior comparando com as melhores primeiras prensagens inglesas. As primeiras audições por reviewers internacionais, como Michael Fremer, indicam que serão provavelmente as melhores edições de sempre destes álbuns, que chegam agora num primeiro volume com os 4 álbuns iniciais dos anos 60, a que se seguirão todos os restantes álbuns de estúdio (15 no total) durante o ano de 2016, a aquisição destas versões é altamente recomendada!

Disponíveis em Portugal, separadamente ou em Pack, na loja Vinyl Gourmet.

  • Pink Floyd 2016 Remasters (Vol.1)
  • Remasterizados a partir das Master Tapes Originais
  • Corte de Bernie Grundman e prensagem na Optimal Media, Alemanha
  • Vinyl Gourmet Pack 4 Albums
  • 5LP Vinil 180 Gramas Warner EU

Pack Vinyl Gourmet, por um preço reduzido, inclui estes 4 álbuns: 

Piper At The Gates Of Dawn
A Saucerful Of Secrets
Soundtrack From The Film More
Ummagumma (2LP)






Os Pink Floyd, constituídos por Syd Barrett, Roger Waters, Rick Wright e Nick Mason, entraram na cena musical em 1967, com o single de grande sucesso ‘Arnold Layne’.

Apesar da partida de Syd Barrett, a banda, que passou a incluir David Gilmour, gravou alguns dos discos mais inovadores e vanguardistas da época, culminando, em 1973, com um dos álbuns mais vendidos de sempre, ‘The Dark Side Of The Moon’. Seguiram-se numerosos álbuns que alcançaram o 1º lugar das tabelas de vendas em todo o mundo como ‘The Wall’, ‘Animals’, ‘Wish You Were Here’, ‘The Final Cut’ e o mais recente, ‘The Endless River’, em 2014.



As edições da Pink Floyd Records serão produzidas e distribuídas pela Warner Music para o Reino Unido e Europa e pela Sony Music para a América do Norte e resto do mundo. Max Lousada, presidente e CEO da Warner Music UK, disse: “Orgulhamo-nos de continuar a apoiar uma das maiores e mais influentes bandas do mundo.

É um capítulo novo e entusiasmante na nossa longa parceria com os Pink Floyd e estamos desejosos de trabalhar com eles na preservação da sua obra notável”. Rob Stringer, presidente e CEO da Columbia Records, disse: “Orgulhamo-nos de continuar a longa relação, na América do Norte e não só, entre a Columbia Records e os Pink Floyd. Estamos entusiasmados em trabalhar com a banda no seu incrível legado musical.”


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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O Regresso dos Discos de Vinil, mesmo... de Moda a Realidade Confirmada em 2016!




No final de 2015 e agora no arranque de 2016, o mundo assistiu a três factos que definitivamente marcam o ponto de viragem no Ressurgimento do Vinil, que passa de uma suposta questão de moda passageira para se confirmar como um formato que regressa em grande aos lares e lojas de todo o mundo.

Não se trata de pequenas coisas, são mudanças em grande escala e de grande impacto, que representam sinais inquestionáveis de que os Discos de Vinil voltaram e estão para ficar, com  forte crescimento esperado durante a próxima década.


1 - Gira-discos vendem como pão quente na HMV e Amazon no Natal 2015!

Foi notícia em todo o lado, com a HMV a vender um gira-discos por minuto durante a semana antes do Natal, e a Amazon tem um gira-discos como Produto Home Audio Mais Vendido durante o mesmo período. E isto claro não considera todas as outras grandes lojas pelo mundo fora que venderam gira-discos em grandes quantidades em 2015 e continuam em 2016, com fabricantes como a Pro-Ject a anunciar aumentos brutais dos seus números de produção para o novo ano. Este é um sinal muito forte de como as coisas mudaram muito nos últimos anos e do percurso que os discos de vinil têm feito para chegar a cada vez mais casas.





2 - O Vinil foi Rei no CES 2016 Las Vegas, bandeira da Sony e Panasonic!

Nada teve mais destaque nem fez mais títulos nos media sobre o CES 2016 do que o Vinil. Mais importante do que isso, os GIGANTES da indústria Sony e Panasonic elegeram o Vinil e os Gira-Discos como a sua maior novidade no evento, com o CEO da Sony a introduzir um novo gira-discos Sony no mercado e a falar sobre a qualidade do som do vinil e como isso atrai as novas gerações, e a Panasonic a arrasar o show com o anúncio do regresso do famoso gira-discos Technics SL1200-GA, agora ainda melhor com vários melhoramentos para celebrar o 50º Aniversário da marca. Basicamente, o maior e mais importante evento de Tecnologia Audio/Video do Mundo, foi dominado pelos Discos de Vinil e Gira-Discos, e dois dos maiores fabricantes do Mundo fizeram do Vinil o seu prato principal no evento.


3 - Máquinas de Prensagem novinhas a estrear na Europa e na America em 2016!

Este é de longe o sinal mais expressivo de que os Discos de Vinil estão mesmo de volta e que o futuro é certamente de crescimento. Agora mesmo, a Viryl Technologies do Canada e a Newbilt Machinery da Alemanha, estão a fazer máquinas de prensagem novas e actualizadas. Este facto tem um significado ENORME, as fábricas de discos podem agora confiar em equipamentos novos com custos de manutenção muito reduzidos e previsíveis, novos negócios poderão planear a sua estratégia sem a incerteza de terem de encontrar e reconstruir máquinas de prensagem antigas, sendo expectável que a velocidade e qualidade das prensagens em geral vai melhorar bastante nos próximos anos porque agora há máquinas novas disponíveis. Isto nunca aconteceria se não existisse já um mercado de discos de vinil novos de grande dimensão e confiança real no seu crescimento futuro, gasta-se demasiado tempo, dinheiro e outros recursos para tornar estes equipamentos uma realidade, todos sabíamos que só poderia acontecer quando o ressurgimento do vinil deixasse de ser apenas uma moda, e fosse uma realidade a todo o gás com futuro muito optimista. Bem, isso acaba de acontecer!

Por tudo isto agora sabemos, e podemos ficar descansados, que o vinil voltou mesmo a sério e está para ficar, e isso é uma notícia fantástica para quem gosta de música, não é apenas o vinil que regressa com força e de forma sustentada, é também a música e a cultura da música que regressam em grande e de forma significativa para a sua posição de topo, como era habitual na nossa sociedade e nas vidas dos indivíduos. O vinil representa o melhor da Indústria Musical e assistir à forma como está novamente a entrar na vida das pessoas, nas suas casas, é realmente algo muito especial.

Apreciem a viagem!


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domingo, 13 de dezembro de 2015

Capas Interiores Antiestáticas para Discos de Vinil LP, EP e Singles 12, 10 e 7 Polegadas

Um dos aspectos principais a ter em conta com os discos de vinil é a sua protecção, limpeza e condições de armazenamento. E para isso as capas interiores são talvez as mais importantes e que maiores cuidados devem inspirar, porque protegem e contactam com os discos directamente. Seja em discos novos ou usados, a substituição da capa interior deve ser sempre vista como uma questão prioritária.

Ao longo dos anos experimentei e usei vários tipos de capas interiores, e com essa experiência acumulada acabei por reduzir as opções para aquelas que realmente me deixaram satisfeito no que diz respeito à facilidade de utilização e real protecção dos discos. Há três tipos principais de capas interiores (de uma forma geral), que são as capas de papel, as capas de plástico, e as capas mistas que são de papel com revestimento interior (ou forro) em plástico.




As capas apenas de papel não servem porque não têm características mínimas para proteger os discos especialmente quando estes são manipulados, removidos e inseridos nas capas, causando micro-riscos e outros danos. O revestimento interior de plástico é verdadeiramente indispensável e capas interiores apenas de papel não devem ser utilizadas.

Já as capas de plástico (e quando falamos de plástico é essencialmente Polietileno de Alta Densidade) têm essa característica de proteger durante a manipulação dos discos, mas por outro lado são quase sempre demasiado finas para considerar que oferecem real e eficaz protecção para que a superfície dos discos não seja afectada por pequenos toques ou acidentes de manuseamento, ou até por quaisquer defeitos, arestas, ranhuras, sujidade mais rígida, que muitas vezes se encontram no interior das capas de cartão dos discos, dentro das respectivas bolsas onde os discos são alojados. Enquadram-se neste tipo de capas as que são produzidas pela Nagaoka e outras do mesmo tipo, e as da Mobile Fidelity Sound Lab (estas com uma fina camada de papel apenas de um dos lados que é claramente insuficiente), que não deixam de ser boas capas interiores mas por não utilizarem papel no lado exterior eu não as considero realmente eficazes e seguras, e ainda por cima são das mais caras do mercado.




Finalmente as capas interiores de papel com forro plástico, que são as minhas preferidas porque oferecem o melhor das duas abordagens, a resistência e espessura do papel para suportar pequenos impactos e raspagens, e o plástico interior suave para proteger no manuseamento do disco. 

Também neste tipo de capas existem algumas variantes a ter em conta, por exemplo no design da capa existem algumas (como as da Goldring) que são abertas do lado de baixo com pequenos cortes diagonais que eliminam os cantos, uma abordagem que parece ter sido criada para facilitar a inserção dos discos dentro das capas de cartão exteriores mas que com isso fazem diminuir a capacidade da capa para proteger o disco da sujidade e poeiras, ainda usei dessas capas durante uns meses mas rapidamente percebi que os cortes diagonais eram ineficazes e que os discos ganhavam poeira em pouco tempo, a melhor protecção e limpeza obtém-se com capas interiores fechadas em todos os lados menos o lado da inserção do disco. 

Depois, existem variantes no tipo de papel usado, e estas diferenças são importantes pois o papel de qualidade inferior sofre uma degradação com o tempo e uso, e acaba por soltar detritos e poeiras que se acumulam e acabam por contaminar os discos, e também neste aspecto ao longo dos anos conheci capas com papel de vários tipos, e cheguei à conclusão que o melhor papel tem um acabamento que quase parece acetinado e menos poroso, claramente mais resistente à degradação e que durante anos praticamente não sofre desgaste nem causa resíduos.

Em Portugal as melhores capas interiores para Discos de Vinil que conheço podem ser compradas no www.VinylGourmet.com (neste momento disponíveis em Packs de 100 Unidades para discos de 12, 10 e 7 polegadas, ou seja LP's, EP's, Maxis e Singles):




Mais detalhes em: http://www.vinylgourmet.com/pt/77-capas-interiores-exteriores-discos-vinil



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