terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A Rodar: Miles Davis - Sketches of Spain - Mobile Fidelity Sound Lab Vinil LP

(Miles Davis Sketches Of Spain - Mobile Fidelity vs Classic Records)


Depois de Kind Of Blue em que a última faixa se chamava justamente "Flamenco Sketches", Miles Davis apresentou em 1960 o seu novo album "Sketches Of Spain" com arranjos de Gil Evans e agora sem John Coltrane ou Cannonball Adderley a acompanhar, um disco que de certa forma não se afastou muito da sonoridade "Cool" que caracterizava Miles Davis nessa época mas, desta vez com a veia jazzística mais diluída ou não fosse este um dos discos mais representativos dos géneros Jazz Fusion ou do chamado Third Stream com a sua mistura de elementos do Jazz, da Música Clássica Europeia e da World Music.

Considerado um dos marcos na carreira de Miles Davis, esta obra prima caracteriza-se por uma apresentação sonora diferente de outros discos de Jazz mais "tradicionais", com um palco sonoro mais vasto e profundo, bem como um destaque mais acentuado ao som ambiente do estúdio por força do arranjo orquestral que normalmente associamos à música Clássica. Além disso outros instrumentos que normalmente não ouvimos nos discos de Miles Davis (ou Jazz em geral) estão aqui presentes e naturalmente representam desafios técnicos diferentes nas fases de gravação, mistura e masterização do disco.




No que diz respeito às edições analógicas audiófilas, Sketches Of Spain foi reeditado pela já desactivada mas muito bem reputada "Classic Records" em 1998, passando depois por um período negro com várias edições de má qualidade que inundaram as lojas mais generalistas oriundas de empresas como a DOL, WaxTime, Not Now Music, ou a Doxy em busca de clientes menos informados (que claramente não visitam o blog ViciAudio), até agora que faz parte do programa de reedições audiófilas de Miles Davis pela Mobile Fidelity Sound Lab (MFSL). Se for como outros discos desta série, estaremos seguramente perante mais um trabalho soberbo de masterização e prensagem ao mais alto nível de qualidade, a partir das Master Tapes analógicas aprovadas pela Sony.

Assim sendo, decidi comparar estas duas edições, a "Classic Records 200gr Quiex SV-P Super Vinyl Profile" de 1998 masterizada por Bernie Grundman e a "Mobile Fidelity Sound Lab Original Master Recording 180gr High Definition Vinyl Half-Speed Mastered on the Gain 2 Ultra Analog System" de 2013 masterizada por Krieg Wunderlich e Shawn Britton. Mais uma vez a MFSL não desiludiu dando continuidade ao fabuloso trabalho que tem feito neste programa de reedições de Miles Davis, mesmo quando cofrontada com uma versão com a qualidade da Classic Records e com a mestria de Bernie Grundman, a MFSL conseguiu trazer-nos Sketches of Spain com ainda maior clareza, maior resolução, numa experiência sonora e musical mais completa.


(no lado A da edição Classic Records pode ver-se uma área não gravada bastante maior)

A diferença principal entre as duas edições reside num efeito de maior compressão do LP da Classic Records, com um corte mais quente que reduz ligeiramente a dinâmica e também a dimensão do palco sonoro tornando a performance um pouco mais estreita e com um contexto sonoro bastante mais típico para um disco de Jazz mas que, neste caso concreto pelas particularidades musicais, talvez não seja a abordagem mais correcta em termos de masterização. Na verdade a versão da MFSL com a dinâmica preservada numa apresentação sonora mais subtil e refinada mostra-nos o ambiente do estúdio CBS da 30th Street com outra amplitude, com o som da percussão e do próprio trompete de Miles Davis menos pronunciados e devidamente colocados na imagem sonora tal como se espera que eles estivessem integrados num cenário de orquestra maior do que o habitual Jazz Trio ou Quinteto.


(no lado A da edição da MFSL pode ver-se uma maior ocupação de área gravada)

Outra vantagem da menor compressão dinâmica do LP da MFSL é a naturalidade do som do trompete de Miles Davis que em quase todas as edições deste album até agora podia tornar-se um pouco artificial, duro e de difícil audição mas que aqui soa mais rico e expressivo, e o grave expansivo e aberto que representa bem a escala maior que é uma marca fundamental desta gravação. No LP da Classic Records temos uma abordagem mais directa e estreita, com os sons fundamentais destacados e muito frontais, mas no LP da Mobile Fidelity ouvimos Sketches of Spain em toda a sua grandeza e com todo o detalhe de uma apresentação musical variada onde diferentes aspectos têm relevância, e os traços vitais surgem numa integração perfeita com o espírito da gravação original, acrescido de uma resolução mais profunda, rica e detalhada do que alguma vez tinha sido possível. A MFSL está de parabéns por nos trazer mais um clássico na melhor forma de sempre, esta série de Miles Davis é absolutamente imperdível, as melhores masterizações a partir das melhores fontes no melhor formato do Mundo.

Na época alguém perguntou: "But is it jazz?" Davis respondeu, "It's music, and I like it." Nós também gostamos!




Classificação ViciAudio: Música (0-10): 8   Som (0-10): 9   Produto / Valor (0-10): 9


Miles Davis Sketches Of Spain (editado originalmente em 1960)
Mobile Fidelity Sound Lab Original Master Recording (reeditado em 2013)
Made in USA 33rpm 180gr High Definition Vinyl
Número de Catálogo: MFSL 1-375
Código de Barras: 821797137515
Masterizado por Krieg Wunderlich e Shawn Britton
Matrix Lado A: MFSL 1-375 A1   KW@MoFi   20519.1(3)...
Matrix Lado B: MFSL 1-375 B1   KW@MoFi   20519.2(2)...

Miles Davis Sketches Of Spain (editado originalmente em 1960)
Classic Records (reeditado em 1998)
Made in USA 33rpm 200gr Quiex Super Vinyl Profile
Número de Catálogo: CS 9271
Masterizado por Bernie Grundman
Matrix Lado A: CS 8271-A   BG
Matrix Lado B: CS 8271-B   BG


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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Os 30 Melhores Discos do Ano 2013 para o ViciAudio (Top 30 Best Albums Of The Year 2013)


 Chegou aquela altura do ano em que elegemos a melhor música. Neste caso os melhores discos, e para ser claro os melhores discos de vinil, ou ainda mais propriamente os melhores discos de vinil ouvidos pelo ViciAudio no seu sistema. Assim não há dúvidas quanto ao âmbito da selecção apresentada... se não estiver ali na prateleira e não tiver passado pelo Rega P9 residente, não conta. Se não aparece na lista e o leitor acha que devia ter aparecido, muito provavelmente isso aconteceu porque não há tempo para ouvir tudo nem há dinheiro para comprar todos os discos... além do mais, o ano não foi passado a ouvir apenas música nova, nisso gosto muito de olhar para trás tanto como olho para a frente, e não sendo propriamente um saudosista do "meu tempo é que era" a verdade é que pelo menos 50% do que vou ouvindo foi gravado antes dos anos 90... sou mais selectivo no material "novo".



Como é normal, trata-se de um processo extremamente subjectivo e não há escolhas mais certas do que outras, especialmente quando não há grandes limites ou critérios rígidos muito definidos para uma selecção muito apurada... na verdade vale tudo e nesta lista "best of" vai uma misturada que espelha bem o meu gosto musical desinibido e que não fecha as portas a quase nada. Desde o disco mais inovador que nos surpreendeu ou nos assustou com o seu experimentalismo, até aos truques de nostalgia reformatada que por vezes nos sabem tão bem, passando pelas reinvenções de estilos ou as revelações de novas facetas artísticas de quem já não esperávamos novidade nenhuma... enfim, são muitos e variados os motivos que nos podem levar a escolher um album para fazer parte dos Melhores do Ano. Sem entrar em grandes detalhes, vou apresentar, ou melhor listar, uma selecção de 30 discos que me deram especial prazer ou que me fizeram visitar aquele lugar especial na minha alma, que me fizeram revisitar momentos do passado, ou que me levaram a viajar para destinos até então desconhecidos ajudando-me a crescer e aumentando a minha visão do Mundo... ou simplesmente porque tinham lá umas "grandas malhas" a valer que fizeram sorrir, bater o pé ou dançar!!! Por tudo isso agradeço aos artistas por continuarem a alimentar-me a alma, e aqui estão divididos em 3 grupos, os 10 melhores discos do ano 2013, seguidos dos 10 quase melhores discos do ano... e os outros 10 que também merecem destaque.



ViciAudio TOP 30 Best Albums 2013


01 - Daft Punk - Random Access Memories



02 - Arcade Fire - Reflektor



03 - James Blake - Overgrown



04 - Sigur Rós - Kveikur



05 - My Bloody Valentine - m b v



06 - Nick Cave & The Bad Seeds - Push The Sky Away



07 - Julia Holter - Loud City Song



08 - Sting - The Last Ship



09 - Boards Of Canada - Tomorrow's Harvest



10 - The Knife - Shaking The Habitual



11 - Savages - Silence Yourself
12 - The Flaming Lips - The Terror
13 - Vampire Weekend - Modern Vampires of the City
14 - Grails - Black Tar Prophecies vol's 4, 5 & 6
15 - Queens Of The Stone Age - Like Clockwork
16 - Depeche Mode - Delta Machine
17 - David Bowie - The Next Day
18 - Linda Martini - Turbo Lento
19 - Bonobo - The North Borders
20 - Yo La Tengo - Fade

21 - Steven Wilson - The Raven That Refused To Sing
22 - Atoms For Peace - Amok
23 - Goldfrapp - Tales Of Us
24 - Junip - Junip
25 - Kavinsky - Outrun
26 - Jim James - Regions of Light and Sound of God
27 - David Lynch - The Big Dream
28 - Paul McCartney - New
29 - Moby - Innocents
30 - The National - Trouble Will Find Me

Não consegui ouvir em vinil no meu sistema a tempo de entrar nesta listagem, situação a corrigir brevemente... mas não posso deixar de referir mais um porque é um album maravilhoso que facilmente estaria nos meus melhores de 2013 e muito bem colocado... o "meu 31" não oficial deste Top 30 é Bill Callahan Dream River.

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Audio Show 2013 Portugal - Reportagem ViciAudio em fotos e videos (Parte 1)


Decorreu mais um Audio Show em Lisboa durante o fim-de-semana passado, este ano de 2013 com um número de expositores (e talvez de visitantes) que me pareceu ligeiramente inferior às edições de anos anteriores recentes, o que poderá ser parcialmente explicado pela conjuntura económica que o país atravessa. O espaço escolhido foi novamente o Hotel Pestana Palace com a sua arquitectura monumental, interiores majestosos e fantástica vista sobre Lisboa, mas que oferece poucas condições para um evento deste tipo especialmente quando obriga a transitar entre edifícios diferentes pelo exterior num mês frio e chuvoso como Novembro, além de ter corredores demasiado estreitos, um único elevador ridiculamente lento e salas de volumetria e qualidade acústica questionável. Tenho de deixar pelo segundo ano consecutivo um apelo à organização para que tente encontrar alternativas mais adequadas que tornem mais agradável a visita e permitam uma maior eficácia ao evento. Apesar de tudo, o bom tempo ajudou a tornar a visita e a deambulação pelas salas mais fácil, já que este ano não foi necessário andar com grandes sobretudos ou guarda-chuvas atrás, algo que no ano passado se revelou uma tarefa verdadeiramente desesperante e irritante. Assim foi um pouco mais agradável, com as várias subidas e descidas pelas escadas (aquele elevador...), as passagens pela rua entre os dois edifícios até se tornaram boas oportunidades para espairecer e apanhar um ar fresquinho antes de voltar à azáfama audiófila. Vou deixar aqui algumas fotos, videos e ideias gerais sobre o que vi e ouvi, não são exactamente "reviews" tradicionais, algo que num evento deste género seria impossível porque há sempre alguma agitação no local e a selecção musical não é feita por mim, mas sim uma abordagem genérica à impressão que me deixou cada sistema.



Absolut Sound & Vision (Guru / Arcam / Chord / Pro-Ject / Audio-Technica) 



Na Absolut o sempre simpático e experiente Carlos Moreira apostou tudo num produto recente e com características inovadoras, as colunas Guru Junior que prometem uma performance grande a partir de caixas pequenas. De uma forma geral a promessa foi cumprida, as pequenas Guru com o seu design simples mas apelativo, alimentadas por leitor Arcam FMJ CD-37 como transporte para um DAC Chord Chordette QuteHD, e amplificadas por um integrado Arcam FMJ A-19, mostraram o seu valor mesmo quando completamente encostadas à parede traseira, algo que pode ser um trunfo para muitos audiófilos que procuram nesta gama de preços umas colunas fáceis de alimentar e encaixar nos espaços nem sempre grandes dos apartamentos urbanos. Achei as Guru especialmente surpreendentes com música clássica ou peças de "big band", em que a noção de escala e a própria resposta de transientes fez parecer que se tratavam de colunas realmente maiores (e mais caras). Achei interessante o grave controlado e relativamente extenso que foram capazes de reproduzir, apesar de notar a gama de frequências algo condensada o que resulta das limitações de caixas/drivers com dimensões tão reduzidas e, de certa forma, demonstra alguma preocupação em manter a resposta das colunas o mais honesta e linear possível de acordo com as características físicas inerentes em vez de mascarar essas limitações com truques de "ilusionismo técnico" que nem sempre são bem sucedidos...





Ajasom (Vivid Audio / Nagra Audio / Kronos / Lyra)





Na sala da Ajasom as colunas Vivid Giya (G2?) partilharam o palco com o amplificador  válvulas Nagra 300B, deixando o gira-discos Kronos e toda a sua beleza na zona lateral. O Kronos parece e soa como uma mistura de Clearaudio com SME, uma performance sólida ao nível dos melhores, e as colunas Vivid demonstram uma correcção tonal acima da média bem como uma noção de palco sonoro impressionante (desde que situado perfeitamente no hot-spot), mas das várias vezes em que estive nesta sala os conteúdos musicais escolhidos eram sempre bastante suaves ou "tímidos" e eu gostava de ter ouvido este sistema a tocar algo com maior impacto e ritmo mais acelerado. A primeira impressão é bastante seca, chegando mesmo a dar a sensação de um certo desprovimento de energia ou vida na reprodução musical deste sistema, mas com calma e tempo percebe-se a elevada resolução apresentada e o timbre extremamente afinado que as Vivid nos oferecem e que as destacaram, nesse aspecto particular, das outras propostas no Audio Show 2013. Fica a faltar uma apresentação mais poderosa para poder avaliar se estas colunas conseguem manter a compostura noutros níveis de volume a a tocar sonoridades mais "arriscadas".






Belmiro Ribeiro (LG / Samsung / e muitas outras marcas AV)


Eu costumo a dizer, meio a brincar meio a sério, que a loja Belmiro Ribeiro na Amadora é o Cristiano Ronaldo do comércio de material Audio / Video. Digo isto porque eles são uma verdadeira máquina de bom serviço, excelente atendimento, vasta disponibilidade de produtos de imensas marcas e sempre com preços aliciantes. Nunca conheci em Portugal e neste ramo de actividade outra loja com este nível de profissionalismo e qualidade na relação com os clientes aliada às outras caracterísicas que referi em cima... Em exposição estavam principalmente várias televisões com as últimas tecnologias e os maiores tamanhos, e se vai comprar uma televisão recomendo sem qualquer tipo de reserva que fale com eles! Gostava de ver mais empresas em Portugal a trabalhar como a Belmiro Ribeiro, sem dúvida um caso de sucesso que perdura há muitos anos e vai continuar de boa saúde certamente.




Delaudio (Monitor Audio / Primare / Roksan / BlackSat / REL)


A Delaudio renova a aposta na electrónica Primare (CD 22 / DAC 30) com amplificação Roksan Caspian M2 para fazer cantar as novas Monitor Audio Silver Series 6 (SS6). O resultado sonoro deste sistema em linha com o que já estamos habituados destas marcas não representa portanto nenhuma novidade, uma apresentação algo aveludada e sedutora, sem falhas graves a apontar, bom ritmo e resposta sólida quanto baste, um bom sistema que não transcende mas também não compromete e oferece uma solução de custo relativamente baixo. De notar que o subwoofer REL R528-SE que se pode ver na imagem estava ligado e muitíssimo bem integrado com o sistema de tal forma que era mesmo difícil perceber se ele estava ou não a funcionar, mas estava, e oferecia sempre uma maior escala e integração à composição global do som desta sala. Os famosos (e misteriosos) cabos BlackSat também lá estavam... não no Espaço, mas aqui na Terra!






Diplofer (Burmester / Transrotor / SME / Van Den Hul)



Bom som na sala onde estavam as vistosas colunas B80 e electrónicas da Burmester e  ainda mais vistoso gira-discos Transrotor Apollon TMD com braços SME e células Van Den Hul. Também nenhuma novidade em relação a tantos outros sistemas com "assinatura" Burmester que já ouvi em vários eventos, ou seja uma performance sólida de elevada qualidade mas que parece ficar sempre aquém de outros sistemas na mesma gama de preços... diria que se trata de uma performance muito "germânica" com tudo o que isso tem de bom em termos de rigor e eficácia, mas noto sempre a falta de algum tempero que permita mostrar mais o lado emocional da música, afinal... o mais importante.




Exaudio (ATC / Perreaux / Townshend Audio / Densen / Audio Note)







Esta é uma das salas que mais me surpreendeu pela positiva.  Começando pelas poderosas e imponentes colunas ATC (SCM50SL Tower e SCM11), amplificadas pelo não menos possante Perreaux Eloquence 250i, alimentados por um fabuloso gira-discos Townshend The Rock 7 com braço Excalibur 3 e uma célula Audio Note IQ3...

Há vários pontos a reter sobre o sistema desta sala. Em primeiro lugar, não terá sido o som mais refinado que ouvi no show, mas foi sem dúvida o som mais potente. As ATC podem debitar som como se fosse um concerto de estádio ali mesmo à nossa frente, e isso é impressionante. Quanto mais alto tocam melhor é a sua prestação e o som vai-se tornando mais focado e realista. Não são as colunas ideais para quem procura o "telintar" audiófilo e os palcos sonoros de grandes dimensões e que criam realidades virtuais quase palpáveis, mas se tem um grande espaço e quer tocar música com força a sério, com uma resposta super directa e extremamente rápida, as ATC são praticamente únicas na sua categoria e o envolvimento da marca no mundo do Audio Profissional não é alheio à eficácia brutal destas colunas.

O amplificador Perreaux demonstrou uma potência inesgotável e capacidade de controlo impressionante sobre as ATC... imagino o que este amplificador poderá fazer com outras colunas menos exigentes e mais refinadas, sem dúvida um amplificador que merece atenção em qualquer lista de compras e que custa muito menos (e ocupa menos espaço) que outras propostas bem mais famosas mas nem por isso melhores. Fiquei também muito bem impressionado com o gira-discos Townshend e o seu sistema de controlo de vibrações directamente no braço e na cabeça... claramente uma ideia muito interessante e com resultados fantásticos. É diferente e funciona!



(continua na Parte 2 da Reportagem ViciAudio Audio Show 2013 Portugal - Clique Aqui)


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